Sobre

  • Sobre a CASAMATA 

A CASAMATA é uma plataforma expandida focada na produção artística contemporânea e emergente, desenvolvendo projetos e ações voltadas para o campo das artes visuais, cinema, literatura e produção cultural. Difundindo obras e artistas através de exposições coletivas, mostras audiovisuais, publicação de livros, residências artísticas e laboratórios de criação e de pesquisa. Atuando desde 2017 em Fortaleza, CE, tem por pensamentos curatoriais discursões sobre relações de raça, gênero e diversidade sexual em perspectivas decoloniais, ou seja, que leva em conta as multiplicidades e diversidades de corpos e sujeitos, em mecanismos de desmonte das estruturas coloniais de nossa sociedade na busca construir novas realidades e mundos possíveis. 

  • Histórico de atuação 

Iniciada ao final de 2017, a CASAMATA nasce com o desejo de conecta pessoas e ampliar relações sobre arte e pensamento. Nosso primeiro trabalho foi a 1ª edição da Mostra Negritude Infinita em dois espaços públicos culturais de Fortaleza, com exibição de filmes e conversas. Logo no início de 2018 foi realizada a Cine Mostra Direitos Humanos, um espaço de exibição e conversa sobre filmes com temáticas voltadas a defesa dos direitos humanos. O Mapa do Cinema Negro é um mapeamento virtual das ações, mostras e iniciativas focadas na difusão do audiovisual negro no Brasil. 

Em 2019, o Laboratório de Intervenção Urbana foi um espaço de formação e criação voltado para artistas da periferia de Fortaleza, e tinha como mote principal relações de reconfiguração do espaço urbano a partir de intervenções artísticas. Já a Território Somos Nós foi uma exposição coletiva que reuniu diversos artistas visuais negras/os entre junho a julho de 2019.

Ainda em 2019, iniciamos o Desmonte Colonial, um programa de ativação que aproxima artistas, educadores e pesquisadores com a proposta conceitual de elaborar outras estruturas de pensamento e de criação. Ao fim de 2019, a Negritude Infinita chegou a sua 2ª edição, com uma vasta programação de sete dias com cerca de 70 filmes, oficinas, e um seminário de debates e conversas. No primeiro semestre de 2020 lançaremos um livro focado em discutir cinema negro e representação.